NADA É PARA SEMPRE – (Lei da Impermanência).

Para aliviar nossas ansiedades, frustrações e decepções é necessário entender que nada é para sempre, a Lei Divina da Impermanência, impera em nossa vida, e aceitar isso nos fará mais felizes!

“A impermanência é lei divina e é em conseqüência dela que tudo evolui, recriando-se a cada segundo. É, pois, na impermanência das coisas que está o próprio progresso inexorável a que todos estamos sujeitos.
Vemos a impermanência de tudo na própria natureza, quando o colorido da primavera se transforma na luz abrasadora do verão, que fenece na frutificação do outono, que descansa nas sombras frias do inverno e novamente desperta em luz viva na primavera.”

Maísa Intelisano

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Fonte – Ilusões morais

Nos textos budistas encontramos muito sobre a impermanência, pois a
sabedoria oriental tem uma noção muito clara de que nada é para sempre.

Nós temos a tendência de pensar em termos de fazer as coisas ‘para sempre’. Talvez isso já tenha sido colocado em nossa mente pelas
historinhas infantis que terminam sempre com o ‘e foram felizes para sempre…’.
Queremos encontrar alguém para amar para sempre.
Queremos construir uma casa para sempre.
Lutamos para estudar e adquirir um conhecimento para sempre. E assim por
diante, como se a nossa vida fosse para sempre.
No entanto, nada é para sempre. Tudo o que existe termina em algum momento.
Se você puder lembrar disso mais vezes, evitará muitos sofrimentos desnecessários quando houver uma transformação na sua vida.

É uma lei que um amor termina, que a saúde não dura eternamente e que o dinheiro acaba. Não se agarre ao que vai embora. Usufrua o que tem de bom e aceite com paciência os processos transitórios de dor, solidão e frustração que são inevitáveis quando algo termina.
O sofrimento também termina, pois nada dura para sempre!
Aquilo que provoca uma angústia hoje, amanhã terá se esgotado pela mesma lei que o criou. Essa lei diz:

NADA É PARA SEMPRE!

capa_pequenaO Segredo da Vida Você sabia que tudo o que manifestamos em nossa vida é um reflexo do que temos em nossa mente? A tua casa, o teu carro, os teus relacionamentos, a tua renda, a tua saúde e tudo mais que rodeia sua vida, é um reflexo preciso da tua mente. A LEI DA MENTE É IMPLACÁVEL – saiba mais

 

“Refletir sobre a impermanência é um bom jeito de fazer as pazes com o mundo. Por exemplo: saber que um dia vamos perder alguma coisa nos faz dar mais valor a ela enquanto a temos”.

Apenas contemplar o fato de que as coisas no fundo no fundo não nos pertencem e que não podemos alterar o fluxo dos acontecimentos, que um dia vamos morrer, que muitas e tantas vezes, nossos desejos e nossos apegos são nossos maiores inimigos traz um profundo sentimento de tranqüilidade, é quase como flutuar. “Se contemplarmos a impermanência em profundidade, paciência e compaixão irão aparecer. Iremos nos apegar menos à verdade aparente das nossas experiências e nossa mente se tornará mais flexível”.

O verbo passar é um verbo estranho. Há nele algo de impermanente e ao mesmo tempo algo de perpetuidade. Quem passou já não mais está; permanece, no entanto, o registro. Se não lembramos de um momento de alegria ou de sofrimento ele não existiu. ” O que foi, foi e não retorna” e quem viver viverá para compreendê-la.

No entanto, há dois lugares distintos desde onde podemos enxergar a vida. Podemos olhar a vida pela perspectiva da permanência e descobrir que realmente nada fica. As pessoas gradualmente se modificam a nossa volta: conhecemos novas almas e personalidades enquanto nos despedimos de outras. Nossos endereços do passado, nossas paisagens, nossas estradas vão ganhando novo jeito. As fotografias amarelam, o saído da fábrica passa a ranger, as fibras viçosas dão lugar a estrias e esgarçamento.

A IMPERMANÊNCIA

Há pensamentos que vêm e vão.
Há amores que vêm, ficam e passam.
Na vida, tudo é transitório, nada é fixo.
Há coisas que ficam por um tempo, outras por um tempinho, e outras mais por um tempão. Porém, tudo passa.
O traço característico da existência terrestre é a impermanência.
Logo, o apego a algo é uma ilusão, pois nada nos pertence para sempre.
As pessoas dão muita importância a coisas que não valem a pena.
Na verdade, nada é importante, a não ser a experiência da vida que passa.

Fonte – Ilusões Morais

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